segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Solum

Boa noite,


O nome deste capítulo inicialmente seria apenas "SÓ". Mas ficaria confuso e só em latim pareceu melhor.
Eu flertei por muito tempo colocar em Solum a origem da Mancha negra. Mas a ideia da mancha negra (SPOILER) é não ter explicação. É intuitivo que há uma perda, mas a questão deveria ser quem está perdendo. Que no caso sendo o controle.
Esse momento eu acabei adiando. Solum cumpre então a função de pré-clímax e de destruição da imagem de Kréshn. É quando ele se livra das correntes do controle, de um propósito embebido nele até em seus genes. E é quando o propósito assume uma nova imagem, de morte em vida.
Também esse capítulo termina o ponto da identidade de Adam. Esse acabou sendo o maior corte que fiz neste capítulo. Adam estaria recuperado da investida de Bastian e também livre da influencia do seu melhor amigo. O que restaria cumprir seu papel de encontrar o sinal.
A liberdade assume um papel importante na vida de Adam e pela primeira vez. Esse seria o significado da sepultura de Shura, Mas no final acchei que na prática ele voltar só para sepultar seria... pouco prático. Apesar de simbólico, isso nunca aconteceria.
Uma faceta importante da libertação foi a loucura. No final deste capítulo ele já demonstra uma depressão pela liberdade. Mas quando confrontado com suas certezas, a loucura se torna a opção. Adam quer recorrer ao seu amigo várias vezes, como uma forma de concordar e transferir tudo o que Shura destrói nele sobre Kréshn para Bastian, mesmo sabendo que ele o traiu.
Esse tópico de loucura, assim como escape dele, construído dia após dia, sendo pego algumas vezes e tendo que refazer seus planos desde o começo foi detalhado diversas vezes. E eu tive que cortar por ficar muito longo e no final os elementos necessários foram colocados: a mente fragmentada e reestruturando de Adam e a liberdade frente a qualquer amarra que ele tivesse.
Quem sai dese planeta é só Adam. Sem influencia de Kréshn, Bastian, Christine ou a dúvida em relação a Heitor.
Heitor teria um papel maior e ele estaria parcialmente desconfigurado, mas a ameaça de Shura foi mais curto e fez mais sentido.
Também era importante mostrar como seria a colonização de um planeta, com a alteração da atmosfera, flora e fauna.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Olimpo

Boa tarde,

O capítulo do Olimpo é facilmente associável filme Matrix e isso não é por acaso. À parte de  as máquinas enganarem os seres humanos para transformá-los em bateria, acho muito possível essa realidade.
Vejam as tecnologias que existem hoje. Por um lado existem os jogos de RPG estilo War craft que se pode "caminhar" por uma nova paisagem. Também existe o google street view em que se pode "caminhar" pelas ruas do mundo no ponto de vista do pedestre. Os óculos de realidade virtual estão se desenvolvendo junto com tecnologia 3D. Fones de ouvido já não são novidades.
Então das percepções faltam o paladar, o olfato e o tato para serem "enganados" pela tecnologia. e a tendencia é a união dessas tecnologias somadas às tecnologias das outras percepções se aperfeiçoe. Então, se esta tecnologia de fato acontecer e os estímulos cerebrais puderem todos advir de máquinas, que propriedades, equipamentos e demais dispositivos físicos serão necessários? Porque não morar num local distante de 2 metros quadrados?
Existem vários filmes que exploram a segunda personalidade, ou persona, ou personalidade das pessoas no mundo virtual.
Mas o valor que será perdido pelo mundo se o mundo virtual ficar mais atrativo não.
Em essência é isso que o capítulo trata. Mas é óbvio que quis detalhar as "construções do mundo virtual" também. No final o que resta é a desumanidade e a crueldade que Adam contra-ataca na mesma medida quando retorna ao mundo físico.
A crueldade também se reflete na necessidade de guerras pelos habitantes do olimpo que, quando gerenciam o mundo físico, expandem essa mesma atitude para os outros habitantes menos que humanos que se poderia inclusive levar a discussão para separação de espécies e quem de fato está por trás da imagem dos habitantes do Olimpo.
Sobre os Titãs, essa é uma alegoria para o mundo paralelo. É óbvio que Muriel e Kréshn disputam o mesmo mundo, um por cada meio, o físico e o outro o virtual. Na mitologia da titanomaquia a guerra entre Deuses e Titãs se desenvolve com um lado ganhador, Deuses, que por final castigam os Titãs em punições eternas. Adam acaba por escolher o mundo físico e o controle de Kréshn e permite a entrada dos humanos numa nova titanomaquia.
Mas existe um outro aspecto importante: o olimpo é a continuação de Alótropo, que aborda o conflito da personalidade e controle da perfeição. E neste caso o Olimpo quer dominar o corpo perfeito para usar a imagem de perfeito e controlar os demais.
A imagem se torna uma engrenagem do robô.
E está é uma afirmação forte para ser levado para os demais planetas.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Alótropo

Boa noite,

O nome e o planeta Alótropo surgiu de uma necessidade de corte, organização e metáfora.
Vamos do final para o começo:
A metáfora vem porque alótropo significa uma das arquiteturas moleculares que um mesmo composto químico pode ter. No caso co carbono (C) você pode ter as quatro ligações de diversas forma sendo que o formato triangular trás o famoso diamante. A questão é que a mesmíssima matéria, organizadas de formas diferentes pode ter propriedades completamente diferentes. a metáfora seria sobre o corpo perfeito e a mente que o habita.
Sabendo que nanomateriais, ou sejam, circuitos, robôs e construtos do tamanho de moléculas, e sabendo que a engenharia genética pode construir células e implantá-las transformando o corpo, por exemplo usar células troncos para formar muculos ou órgãos, sabendo dos dois e sabendo que já é possível clonar um ser humano, não seria possível arquitetar todo um corpo para que servisse a uma função programada? Como um robô feito de células?
Esse é o capítulo mais importante do livro, pois levanta a pergunta: Quem habita o corpo perfeito? O Indivíduo, o sistema ou um invasor?
E por mais que isso possa parecer muito distante, a metáfora esta no dia a dia. As pessoas são condicionadas por suas funções sociais, seduzidas por necessidades de outros e lutam por seus espaços para ser quem são.
Não vou me ater mais à metáfora. Mas queria lembrar que cientificamente estamos próximos de algo assim ser possível.
O aspecto organizacional se deu porque este era um capítulo muito longo que se passava apenas na nave. Havia a ideia de loucura mas nenhum lugar externo físico. mas precisei dividir esta ideia por mais capítulos. então para marcar o passado em nomes de planetas acrescentei este detalhe.
Interessante pensar que um planeta é um detalhe.
A organização já explica a necessidade de corte também. Os outros conceitos eu coloquei em episódios mais curtos e menos técnicos pelos capítulos adiante. A relação de mutação e de clonagem havia sido muito mais explorada. Assim como (SPOILER) o aparecimento de Bastian na mente de Adam.

Hoje só essa pílula, pois nos capítulos adiante retornarei a este conceito.

Abraços.

sábado, 15 de outubro de 2016

Exodus

Boa tarde,

O capítulo de Exodus é um novo da última versão. Inicialmente seria apenas na nave detalhando o relacionamento entre Adam, Bismark e o robô. A ideia a colisão de mundos, ou a colisão entre habitantes de dois mundos. Inclusive acho que esse foi o primeiro título. Um representa o Status quo e outro a mudança.  O robô está ausente. Mas como na primeira versão Adam tem uma desconfiança com o robô e não sabe se deve aciona-lo, mas o último dilema depende do robô, seria algo como a percepção humana em relação à tecnologia e ciência, quando as populações se desesperam a não confiam nos resultados.
Recentemente em conversas obtive uma opinião que corrobora esse ponto de vista: o fundamentalismo tende a surgir com o surgimento de novas tecnologias, por que a ignorância e incerteza em relação a novos conhecimentos faz as pessoas a buscarem o contraponto ao novo: Os fundamentos. Então as sociedades se polarizam em extremos até o conhecimento ficar comum.
Achei interessante.
Voltando ao que foi escrito, esse capítulo apresentava falhas diferentes. Não era tão técnico nem tão longo, mas eu precisava passar uma necessidade de atitudes sub reptícias pelas duas partes. Mas o fato é que ficou confuso e o desfecho meio desconexo, por que Adam toleraria torturas até se ver livre.
Eu acabei encurtando o capítulo por se mais direto, e o planeta Exodus, que é sim uma clara referencia bíblica,   Atende a duas necessidades: Marcar a narrativa em planetas e mostrar um pouco de como seriam essas sociedades. Mas não entrei muito adiante, pois descrever mais seria entrar numa ceara de desenvolvimento tecnológico permitido pelas religiões e como isso mudaria as sociedades dentro do permitido por cada religião. Acho inclusive que esse seria um tema interessante, só não é o que eu queria falar neste livro.
Neste ponto também fica mais claro a regressão evolutiva das sociedades. Esse foi um conceito que fez sentido ao longo do livro. Existirá o risco em novas colonizações das populações retornarem às formas de produção que conhecem dado medo e incerteza. Por exemplo na colonização das Américas, a priori só se praticava extrativismo e agricultura.Para todo o resto era uma terra sem lei que os colonizadores se apegavam à religião.
Por final a história ao longo do arquipélago precisava de um desfecho e pontos de vista diferentes dos controladores. Os religiosos estarem em paz apenas nas suas salas de comunicação "internacional", mas manipularem as religiões para inclusive vingança livra o leitor de achar que algum dos lados tem uma ética absoluta ou resposta ou bondade. (SPOILER) O fato de disfarçarem Bismark de um messias que todas as partes envolvidas sabiam ser falso permite ao leitor entender que o controle religioso ou tecnológico são apenas modos humanos, com características semelhantes e orientações diferentes. Mas em essência falhos por criar um ambiente artificialmente controlado.
Deste ponto o leitor pode abraçar as incertezas, o estranho, o estrangeiro.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Arquipélago do credo

As idéias desse capítulo vêm de que as regiões mais fundamentalistas de cada religião acabam se isolando.
Também Arthur C. Clark fala que existem mais estrelas no universo que fantasmas na Terra, então seria possível que todos fossem donos de seus próprios mundos.
Então eu imaginando que um dia encontraremos uma região no espaço cheias de planetas habitáveis, o que imaginei sendo duas galáxias se fundindo, o que levaria milhões de anos para acabar, cada planeta poderia habitar uma religião fundamental que não aceita discussões.
Obviamente eu poderia explorar mais, mas só quis colocar o conceito por necessidade de tamanho de texto. Também, explorar um mundo 100% cristão seria um tema, outro 100% Islâmico seria outro e assim por diante. Não era a proposta.
Também não queria desenvolver essas sociedades, apenas, digamos, os "departamentos internacionais", que por necessidade conversariam com outros planetas. Para resumir isso que criei a Capitã Bismark, que inicialmente nas primeiras concepções seria homem, que investigando Adam contaria essa história.
A briga com ela, a fuga de Adam, a traição para o lado dos religiosos e a fuga dessa galáxia foram amplamente detalhadas e refeitas até ficar aceitável. Mas ficaram muito técnicas. Acho que o conceito por si só está explicado e é o que é importante.
A traição para o lado religiosos em si de uma certa forma amplia a separação de Adam com o "sistema da humanidade". Também essa humanidade começa a se resumir no Controle da Terra. Mas existe um conflito que não havia pensado antes:
Tecnicamente uma Religião é um sistema de controle humano. E para se rebelar, ou se separar do sistema vigente, se apoia em outras formas de controle sejam antigos, puros ou simplesmente diferentes. O que isso representa? Agora pensando penso que o espírito foi a pluralidade. Mas pode ser um tipo de "eterno retorno" em que a necessidade por controle é inescapável e natural. Também pode ser um tipo de balanceamento com o capitulo anterior que ofereço uma crítica mais clara. Pois no fundo acho religião um parte importante da humanidade, que deve ser representada, mas que não quero que seja o cerne da minha discussão.
Uma nota importante: Quando me refiro a pureza me refiro à pureza Alemã, de Kant. Esqueça o sentido de bondade. Eu quero remeter ao cerne, Ao objeto em si sem concessões, misturas, contaminações, opções, braços, incrementos, mudanças ou transformações. Porque? Por que no fundo o livro é sobre propósitos, mas num mundo tecnológico ultra computacional não haveria o inicio de um conceito imperfeito a ser aperfeiçoado ao longo do caminho, o conceito seria perfeito a priori. e as consequências inegociáveis.
Neste capítulo a primeira parte foi inteiramente nova, quando Adam entra numa nave morta. Inicialmente eu colocaria um conflito com Heitor que deixaria uma questão se o robô estaria contra Adam ou não. Mas essa parte foi inteiramente cortada. Mas eu já havia imaginado que num mundo de pluralidades que se isolam haveria um comercio intenso. Que pensei inclusive em explorar alguns piratas espaciais. Mas fez sentido que a base de Bismark eventualmente mataria a todos. e me daria um mistério interessante mantendo o aspecto de solidão.


quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Alcebíades

Alcebíades é um personagem grego, criado como filho adotivo por Péricles. Este último foi o grande defensor e general tendo sido eleito líder dos atenienses por 11 vezes, só tendo perdido uma eleição, as quais eram anuais. Por suas habilidades Péricles manteve uma "paz" com Esparta na primeira fase da guerra do Peloponeso com grande vantagem para Atenas e com poucos conflitos determinantes, se não a tomada de uma pequena terra litoral Espartana na qual puderam construir uma base para o controle da situação.
Alcebíades foi criado em parte para substituí-lo e em parte para levar Atenas à gloria. Mas por nunca ter conseguido a glória que quis, Alcebíades mudou de lado inúmeras vezes. Chegou a liderar os espartanos em incursões contra Atenas e até mesmo lutou ao lado dos persas, como líder contra Atenas e aliado de Esparta.
Quando Alcebíades se sentia ameaçado fugia, por que muitas vezes sua vida foi ameaçada quando as vitórias não vieram. Por fim tentou retornar para Atenas como o grande salvador na hora mais negra. Mas as negociações não foram adiante por que o General à época não quis dividir as glorias. Várias contribuições de Alcebíades contribuíram de forma determinante para a derrocada de Atenas para que enfim perdesse a guerra do Peloponeso.
Alcebíades foi o grande Traidor de Atenas.
Essa deveria ser a grande dica para os leitores de que haveria uma mudança de curso a partir dai. Essa lua nas primeiras versões do livro não existia. A traição aconteceria na saída de Terra Nova. A lua de Alcebíades foi a primeira alteração de um padrão para facilitar a leitura. Eu quis chamar os capítulos do passado de planetas, os capítulos iniciais de personagens e os do futuro de referencias a efeitos de aproximação a um buraco negro.
Não ficou tão preciso, talvez um pouco mais poético os nomes, por que fiquei apegado em alguns momentos. Mas acho que de certa forma a divisão ficou boa para o entendimento do leitor. Apesar de que os nomes dos planetas não são familiares aos leitores.
Eu havia descrito todo um drible e um estilingue com a gravidade da lua com a de Terra Nova. mas novamente as explicações ficaram muito longas. Também o fato de que Terra Nova, ou outra base poderia ter hackeado o controle da nave e resolvido uma tomada dessas foi amplamente descrito e solucionado com uma contra ofensiva com hackings de Adam para os enganar. Mas ficou longo e aparentemente só eu achei excitante.
A unica explicação que não consegui dar foi como as dobras espaciais se abririam sem que os planetas se comunicassem e impedissem. Eu pensei numa série de sistemas automáticos e/ou autônomos que os planetas não tivessem controle, porque eles terem poderia ser trágico. Mas acho que não afetou muito a cena. Então poupei escritas a serem cortadas.
A questão é que é nesse ponto em que Adam ataca a humanidade e vive e versa. O que pelas implicações Dawinianas poderia-se dizer que da separação haveria uma mutação. Claro que nada é tão explicito no texto, mas esse é o ponto de mudança do que um humano condicionado, mesmo pelo conflito de uma ordem com "A" ordem criasse pensamento.
Pessoalmente é por isso que eu admiro a rebeldia, porque é o primeiro momento em que se questiona o que o senso comum diz funcionar perfeitamente.

Abraços.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

TERRA ZERO

Boa noite,

Esse é o primeiro planeta que Adam visita. Tecnicamente o segundo, porque pousam na lua Alcebíades. O propósito seria uma sociedade ultra capitalista. Eu flertei com a ideia de transformar a Terra num repositório técnico de humanos e esse ser o primeiro planeta com vida, com características realmente humanas entre erros e defeitos. O local mais próximo que me lembra era a cidade do filme IA-Inteligência Artificial. Mas ao longo do que fui desenvolvendo muita coisa mudou.
Tudo começou com uma igreja católica que tem perto de onde eu moro. O meu bairro tem mais igreja que fiéis. E todas elas parecem um cassino. E a ideia de uma igreja-cassino foi todo o driver para esse capítulo. Não que eu seja religioso, mas para mim parece que o grande filão dessas igrejas do meu bairro é competir entre si para ver quem ganha num campeonato de humildade. Mas de forma nenhuma quis oferecer uma crítica moral e tentar moralizar as igrejas, nem que fosse as do meu bairro, mas pelo contrário acho que esse é o futuro, a verdadeira evolução deste mercado.
Eu ia ser mais agressivo, mas amigos talvez tenham me influenciado sem que eu tenha percebido. Mas o que uma igreja tem de diferente de um cassino? A casa não sempre ganha em cima de uma ilusão? E porque oferecer uma só? No futuro a tecnologia poderá oferecer todas. Eu gostei especialmente das maquinas caça-níquéis religiosas.
A grande dificuldade era porque ele quereria quebrar tudo. (Spoiler) No fundo seria por causa da saudade de Bastian, mas não é a hora do leitor saber disso mas desconfiar, então teria que haver uma provocação. Esta provocação ficou difícil para que eu a achasse.
Por outro lado eu precisava posicionar dois eventos: O reencontro com Christine e a herança de Bastian. Então achei que os dois eventos por si só teriam a relevância para o livro. Então abandonei essa confusão, o cassino seria apenas um lugar importante da cidade que por isso teria o suporte para a herança de Bastian.
A herança de Bastian também foi descrito com exaustão. Mas obviamente cortei.
Christine manteve seu papel, de tentar desviar o caminho de Adam, mas muito menos agressivamente.
Por final eu percebi nas primeira versões eu só falei da parte alta da cidade. Bem pouco da descrições de quem trabalhava na cidade. Numa alusão acidental aos Elóis e Morloks. Então quis ir até a Muralha e mostrar que a vida de quem estava lá além de ser com propósito era feliz e produtiva, então a diferença e valor das sociedade estava mais na percepção de quem habitava aonde. O que agora percebo outra alusão acidental ao Admirável Mundo Novo.
Acho que de todos os planetas que Adam visita, Terra Zero é o que tem mais potencial para ser explorado e o único que eu pensei em mais histórias.
Por último só gostaria de dizer que o nome que uso menos e é o nome oficial do planeta, Terra Nova, foi escrito antes da série de TV de mesmo nome que alias nunca assisti. Não quero me defender ou mesmo ficar ofendido, só quero registrar esse fato.

Abraços.